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The Classics Games. Criado por Maxwel Gamer.. Tecnologia do Blogger.

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9 de jul de 2015
(Um jogo perdido em suas próprias ambições)

História: O jogo conta como a corrupção do Mortal Kombat alcançou um estado crítico. Quan Chi descobriu que Argus, um antigo Elder God, e sua esposa mortal Dalia, lançaram sorte sobre os reinos para que um guerreiro se tornasse um Elder God. Ambiciosos, os principais guerreiros conhecidos em todas as edições de MK fazem alianças e iniciam uma guerra sangrenta até que o último em pé caia por terra. A sorte consistia nas visões de Dalia: a corrupção do Mortal Kombat seria tamanha que o balanceamento dos reinos (Orderrealm, Chaosrealm, Earthrealm, Netherrealm, Edenia e Outworld) estaria comprometido. Então, ela então criou um espectro de fogo, chamado Blaze, que canalizaria essa balanceamento como um jogo de cara-ou-coroa.



(A variada quantidade de personagens)

Gráficos: Os gráficos do jogo apresentam leves melhoras comparados com os seus antecessores, pois o motor gráfico usado pela Midway é o mesmo usado em Deadly Alliance e Deception. É possível notar diferenças graves de qualidade entre personagens e cenários, com alguns cheios de detalhes e outros praticamente quadrados, o que resulta em um incomodo para os olhos. Outra diferença gráfica é gritante se você comparar o modo Arcade e o modo Konquest, com o último apresentando texturas medíocres e alguns cenários sem vida. O jogo apresenta o mesmo sistema de ferimentos inaugurado em Deadly Alliance, com os lutadores ficando com sequelas durante a luta, mas os ferimentos são tão superficiais que você mal consegue vê-los (um olho roxo, no máximo). Uma coisa que tem que ser elogiada é o sistema de partículas, que está muito bom, com vários pedaços de carne voando durante fatalities e sangue jorrando aos montes.


(O repetitivo Motor Kombat)

Som: O som do jogo, como em toda a franquia, é um grande ponto positivo. A trilha sonora composta pelo mestre Dan Forden (o cara do "Toasty!") é ótima, com composições sombrias e muito rock. A dublagem do jogo é muito boa, com as vozes se encaixando perfeitamente com os personagens, mostrando mais uma vez que os desenvolvedores de MK sabem escolher dubladores. A voz do narrador ainda é aquela clássica da série, o que te deixa ainda mais no clima das batalhas.


(O modo Konquest, bem mais divertido do que o do Deception)

Jogabilidade: O jogo conta com o praticamente o mesmo sistema de luta dos dois jogos anteriores, com uma movimentação em 3D e a opção de poder mudar de estilo de combate durante a luta. O jogo agora conta com combos aéreos, na pegada de Marvel vs. Capcom, só que um pouco menos exagerado. Os lutadores não tem mais 2 estilos de combate desarmado e 1 arma branca como era nos jogos anteriores, agora é 1 estilo de combate desarmado e 1 arma branca, com alguns personagens sem armas ou com 2 estilos de combate desarmado, o que na minha opinião foi um acerto dos desenvolvedores, pois agora você tem um combate mais simples e funcional. O cenário do jogo é muito interativo, com você mudando de andares e podendo mandar os stage fatalities a qualquer momento da luta (se o personagem estiver perto da área dos fatalities, claro). Armageddon conta com uma quantidade absurda de personagens, totalizando 64 personagens, sendo que 4 desses você desbloqueia durante o Konquest. Essa quantidade absurda de personagens é boa pelo lado de que não tem aquele mimimi de "faltou tal personagem", mas é ruim pelo lado de que poucos personagens tem uma jogabilidade diferenciada e um background aceitável na história do jogo. Para terminar de falar dos combates, a maior mudança do jogo foi em relação ao fatalities, que agora funcionam como um tipo de combo finalizador, e não como finalizações pré-definidas, o que estragou parte do jogo, pois os fatalities são os mesmos para qualquer lutador, tirando a identidade dos mesmos. O jogo conta com um minigame chamado Motor Kombat, que é um Mario Kart com sangue e os personagens de Mortal Kombat. O modo diverte por 10 minutos, depois você nunca mais vai querer joga-lo. O modo história do jogo é o Konquest, talvez a maior evolução em comparação com os dois jogos anteriores, pois o modo virou um Beat em Up muito divertido, substituindo o monótono jogo de exploração que era o Konquest do Deception. O Konquest tem uma dificuldade razoável, com alguns momentos cheios de armadilhas e outros com uma porradaria insana. A evolução do Taven (personagem principal do jogo) nesse modo é muito intuitiva, com uma novidade a cada momento, o que não deixa o modo ficar repetitivo. Esse modo também conta com batalhas contra os personagens jogáveis no modo arcade durante as fases, e quando esses encontros acontecem o jogo vira um jogo de luta novamente, mas eu não gostei disso, pois o Taven no modo arcade é horrível, com combos horrorosos e magias pouco efetivas. O jogo conta com a Kript, que serve para desbloquear roupas e extras, comprados com moedas que você adquire durante a jogatina. O jogo conta com um modo de criação de personagens, que é muito simples e bem feito, com você podendo editar visualmente o personagem e customizar os golpes e magias do mesmo.



Nome do jogo: Mortal Kombat: Armageddon
Plataforma: PS2, Xbox, Wii
Gênero: Luta, Ação/Aventura, Corrida
Desenvolvedora: Midway
Distribuidora: Midway
Ano do Lançamento: 2006

Notas:

Gráficos: 6
Sons: 9
Jogabilidade: 7
Diversão: 8
NOTA FINAL: 7,5

Conclusão: O jogo tinha o potencial de ser o melhor MK de todos, mas os desenvolvedores deram um passo maior do que as próprias pernas, o que resultou em uma colcha de retalhos de ideias boas e execuções ruins.

Prós
Sangue
64 personagens
Modo Konquest
Kreate-A-Fighter (modo de criação de personagens)
Kript e seus extras
Ideal para multiplayer
Intro do jogo é sensacional
Combos aéreos
Boa interação com os cenários

Contra
Reciclagem de elementos de Deadly Alliance e Deception
Gráficos medíocres
Motor Kombat repetitivo
Pouca variedade entre os lutadores
Sistema de fatalities ridículo

PS: Foi mal pelo tempo sem postar nada no blog, agora eu vou voltar a escrever com uma certa periodicidade.

1 comentários:

Tonho Dc disse...

Era pra ser o melhor MK do Ps2 mas ainda prefir o Decaption embora esse tenha menos personagens

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