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The Classics Games. Criado por Maxwel Gamer.. Tecnologia do Blogger.

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23 de jan de 2013
(Quando Street Fighter III encontra Fatal Fury)

História: tudo começa a partir da morte de Geese Howard  no final de RBFF. Após a morte do vilão, Terry encontra Rock, filho de 8 anos de Geese, sozinho no mundo. Surpreso pela frieza do garoto (que ao invés de sentir a dor da perda, mostra uma clara satisfação pela morte do pai), o lobo solitário faz amizade com o menino e decide adotá-lo, levando-o consigo para conhecer o mundo, como um lutador de rua. Esta é a introdução do game, mostrada em forma de um monólogo. Após anos de treino e viagens, Terry (agora com 35 anos e um visual mais adulto) e Rock (com 17 anos) recebem uma carta misteriosa convidando ambos, e outros lutadores, para um novo torneio.



      (Cenário de Hotaru é extramente bonito)

Gráficos: Garou tem, sem sombra de dúvidas O JOGO COM O MELHOR VISUAL DA PLACA NEO GEO, isso porque o jogo foi feito para concorrer diretamente com SFIII (e a fantástica CPS-3), além de ser um dos maiores cartuchos do Neo Geo (se não o maior, mas não tenho como comprovar isso). Os sprites estão soberbos, com animações de cair o queixo (veja como a jaqueta do Rock se movimenta durante a pose de batalha), uma paleta de cores de fazer inveja (o vermelho do jogo é lindo) e especiais de colocar os rivais no chinelo, com sprites que parecem anime (vide os especiais de Terry e Gato), fazendo você não acreditar que esse jogo está rodando em uma placa 16 bits (a jaqueta do Rock afunda no cenário do Gato !!!!). Os cenários são assustadores, com várias animações, detalhes assombrosos (aquele sino do cenário de Hotaru parece que saiu de Guilty Gear devido aos detalhes), e uma paleta de cores invejável, concorrendo com o parceiro de prédio lançado na mesma época chamado The King of Fighters '99.


              (O Antigo vs. O Novo)

Som: O som do jogo é muito bem feito, contando com excelentes composições originais (nenhuma é um remix) que honra a tradição da série. As vozes dos personagens são muito bem feitas e nítidas, sendo um dos melhores trabalhos da SNK. O narrador não é nenhum primor, visto que a SNK tem outros jogos com narradores melhores, e também eu não gostei da forma como ele fala o nome dos personagens, pois é cheio de pausas, parecendo que foi feito por um japa que não sabe falar nada de inglês, mas nada que me atrapalhou, pois eu simplesmente cortava tudo para ir direto pro fight. Os efeitos sonoros estão muito bem feitos, fazendo você sentir cada impacto dos golpes.


     (A excelente tela de seleção de personagem)

Jogabilidade: A jogabilidade é uma faca de dois gumes, pois ao mesmo tempo que é excelente, causou muita polêmica com os fãs mais xiitas. Os controles voltaram a ser 4 botões como nos pré-Real Bout, sendo 2 de soco e 2 de chute. Agora vem a parte polêmica: o jogo não conta mais com o sistema de troca de camadas, ou seja, a principal característica da série foi embora, mesmo que para mim isso signifique uma coisa boa, os fãs caíram encima da SNK de forma absurda.O jogo conta com uma barra de especial, que tem 2 níveis: o S. Power (o mais fraco) e o P. Power (o mais forte). O jogo conta com uma opção chamada  T.O.P SET! é uma posição em que o jogador escolhe em sua barra de energia, onde seu lutador terá mais força, recuperará energia e pode executar o T.O.P Attack apertando C+D. Este ataque quebra a defesa baixa do oponente e prepara para um combo. A localização de sua barra de T.O.P. é feita por você no momento em que escolhe o personagem, e ela poderá ficar no começo, meio ou fim de sua barra de  O jogo conta com 12 personagens, sendo que 2 deles são bosses, o que deu para a SNK mais espaço para equilibrar o jogo, dando mais gama de golpes para os personagens (faria sucesso comigo essa jogabilidade do Terry em um KOF). O jogo também conta com o Just Defense, que consiste em defender o golpe na hora do impacto, assim recuperando um pouquinho de life. Outro fator que chateou muita gente é que o sistema de combos dos Real Bout não estão presentes em Garou, com ele tendo um bem parecido com os da série KOF.




Nome do jogo: Garou: Mark of the Wolves
Plataforma: Arcade, Neo Geo, Dreamcast, PS2, XBLA
Gênero: Luta
Desenvolvedora: SNK
Distribuidora: SNK
Ano do Lançamento: 1999

Notas:

Gráficos: 10
Sons: 9
Jogabilidade: 10
Diversão: 10
NOTA FINAL: 9,75

Conclusão: Garou pode ser comparado diretamente com Street Fighter III: um jogo a frente de sua época, mas que se restringiu ao sub-mundo dos Fighting Games, com pouca gente jogado até nos dias de hoje (no Kaillera o pessoal só quer saber de KOF, Street II e poucos se atrevem a ir um Marvel vs. Capcom). Gráficos que fazem o Neo Geo chorar, uma animação soberba, personagens carismáticos (e que deveriam participar da série KOF), músicas que combinam perfeitamente com o jogo e outras coisas. Mais uma obra-prima da SNK, que (infelizmente) só vive de KOF hoje em dia.

Prós
Gráficos
Animações soberbas
Músicas empolgantes
Jogabilidade fluída
Personagens novos cativantes
Cenários perfeitos para o Neo Geo
Os combos saem com naturalidade
Nenhum personagem tem golpes ruins


Contra
O narrador
A falta de personagens antigos pode afastar os jogadores mais conservadores

Se você quiser de qualquer forma contribuir com o blog, ser um colaborador ou qualquer outra coisa sempre deixe um comentário. Comente sobre a análise e alguma história com a série/jogo (e dê muitos puxões de orelha se eu falei alguma besteira).

2 comentários:

Anônimo disse...

Realmente o jogo mata a pau muitos outros da série estilo kof ou street...enfim, tá tudo muito bom, até mesmo o fato de poder jogar com os mestres....

Ryo PH disse...

Galera, olha só isso, GAROU: MARK OF THE WOLVES https://www.youtube.com/watch?v=zIZiERXIvco&list=PL5fi3FLIeN6DxI-ZS5xA3YKnB5BFXIFDY

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