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The Classics Games. Criado por Maxwel Gamer.. Tecnologia do Blogger.

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12 de nov de 2012
(O velho oeste steampunk nunca visto até então)

Ps: Eu estou procurando autores de análises que querem participar do blog, os interessado entrem em contato comigo.



      (Deve ser divertidaço jogar "de 2")

História: A personagem feminina, Annie, buscou um caçador de recompensas chamado Clint para ajudá-la a se vingar e resgatar os poucos membros da família que ela deixou.





         (Bonus Stage ou Modo Versus ????)

Gráficos: Os gráficos de Wild Guns são um dos mais caprichados que eu já vi, com sprites bem feitos, cenários lindos de cair o queixo, além de uma velocidade muito boa para o lentão do SNES, com muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo, sem nenhuma queda gritante de framerate, com tudo ocorrendo o mais liso possível. Os bosses são tão caprichados quanto o resto do game, tendo o mesmo estilo de traço, parecendo que eles fazem parte do cenário (não é aquela coisa exagerada que eu gosto de chefes que são melhores graficamente do que o resto do jogo), combinando perfeitamente com a ambientação steampunk do jogo. Por falar em traço, eu acho o traço de Wild Guns uma coisa bem americanizada, parecendo com o estilo do Power Ranger: The Movie.



 (PGun, a arma "pegadinha do malandro" do jogo)

Som: O som do jogo não poderia ser melhor, com vários sons de tiros diferenciados (para cada tipo de arma), e uma OST fulminante. Os efeitos sonoros do jogo estão beirando a perfeição, contando com sons de explosões, de objetos sendo quebrados, inimigos sendo mortos, etc, tudo sendo extremamente caprichado e bem feito. A OST é fantasticamente bem feita, com músicas marcantes e memoráveis, que transmitem totalmente a ambientação steampunk do jogo, estando em harmonia com todo o resto do jogo.



     (Boss fácil, mas, muito bem feito)

Jogabilidade: A jogabilidade de Wild Guns é muito diferente do que todo mundo está acostumado, e, porque não única até os dias atuais, mas, que pode parecer estranha nos 1ºs 5 minutos de jogo, mas, depois, parece que você joga WG à semanas. O gameplay de Wild Guns consiste em você matar o máximo de inimigos (sem morrer, óbvio) durante um curto espaço de tempo (que vou chamar de rounds para ficar mais simples), e quando acaba esse round, outra leva de inimigos vem, até que em algum momento aparece Sub-Bosses para atazanar sua jogatina, até o tão aguardado Boss. Os comandos são bem rápidos e diferentes (poderia chama-lo de Run N' Gun, mas, não sei o gênero certo do jogo), onde você anda por um curto espaço 2D e a mira vai te seguindo (sabe aquela jogabilidade estranha de Dynamite Duke ??? É uma versão master-mega-super-deluxe-360-aprimorada daquele troço). O jogo possuí uma boa quantidade de tipos diferentes de tiros, além de você poder jogar o laço nos inimigos (serve para deixa-los indefesos), e quando uma barra (que no começo você pensa que ela é inútil) se enche, você fica com uma "metralhadora giratória" até a barra se desencher. O jogo também tem uma incrível (para a época) interação com elementos do cenários, como paredes, caixas, canos, que ao serem atingidos por balas, ficam com furos no mesmo, ou se destroem.





Nome do jogo: Wild Guns
Plataforma: SNES
Gênero: Ação/Aventura, Shooter
Desenvolvedora: Natsume
Distribuidora: Titus Software, Natsume
Ano do Lançamento: 1994, 1995, 1996

Notas:

Gráficos: 10
Sons: 10
Jogabilidade: 9
Diversão: 10
NOTA FINAL: 9,75

Conclusão: Wild Guns é aquele típico jogo que você não dá nada por ele, e se surpreende com a qualidade (como muitos jogos que eu já analisei). Divertido e caprichado, Wild Guns consegue ser diferente de todos os outros jogos da época, com uma jogabilidade extremamente inovadora (mas, que não deixa de ter seus defeitos). Típico jogo para ser jogado naquele sábado nublado e tedioso, em que não tem nada para se fazer.


Prós

Gráficos caprichados
Som fantástico
Jogabilidade excelente depois que você se acostuma
Um dos jogos mais divertidos do SNES
Animações muito bem caprichadas
Boa variedade de armas
Esquiva inteligente
Fases diferenciadas
Boa destruição do cenário
Bosses bem feitos

Contra

Final Boss nada demais (no quesito design) e alguns bosses se repetem
Dificuldade baixa quando você já é bom no jogo
Não tem diferença entre Clint e Annie
A jogabilidade pode ser meia esquisita no início

Se você quiser de qualquer forma contribuir com o blog, ser um colaborador ou qualquer outra coisa sempre deixe um comentário. Comente sobre a análise e alguma história com a série/jogo (e dê muitos puxões de orelha se eu falei alguma besteira).

8 comentários:

Leandro" Leon Belmont" Alves the devil summoner disse...

eu e meu irmão zeramos esse game umas 4 vezes na época das locadoras. era bem mais fácil do que Sunsetriders e tinha a gata da Annie, mostrando que até mulheres davam tiros no velho oeste. pena que não se tem muitos jogos do gênero Western no passado e nem atualmente, mas ainda não foi esquecido.

Anônimo disse...

como pode ter pós: tudo se o jogo tem contra?

seu blog está muito monótomo, qualquer jogo vc dá notas maiores de 8, prefiro o museum dos games que ele é mais rigoroso com as notas.

gosto do seu blog só q ele está seco ultimamente.

Maxwel Gamer disse...

Sinceramente Leandro, a única dificuldade daquelas que fazem você querer largar o jogo eu só senti no inicio por causa da jogabilidade. Depois, eu morri pouquíssimas vezes (maldita morte por 1 hit, mal posso ver seus movimentos !!!). Abraços.

Anônimo, valeu pelo seu comentário, vou dar uma revisão no texto e na nota, mas, quando eu dou a nota, se baseia no que eu achei do jogo até o ponto de postar a análise, com muitas vezes eu até aumentando ou diminuindo a nota, então, as notas não tem nenhum censo crítico, e nem quero ter, senão minhas análises serão sem alma. Esses contras quando eu boto depois do pós "Tudo", quer dizer alguns "defeitos" que não me atrapalharam em nenhum momento do jogo.
"seu blog está muito monótomo, qualquer jogo vc dá notas maiores de 8, prefiro o museum dos games que ele é mais rigoroso com as notas.

gosto do seu blog só q ele está seco ultimamente."

Bom, primeiro de tudo, se meu blog está monótono ou não, você não tem muita credibilidade para falar já que fica se escondendo como "anônimo" (anônimos = pessoas inferiores aos que colocam seus nomes aqui no blog), e se você tem problemas de visão, ainda não percebeu eu estou fazendo o "Especial Clássicos Eternos", que é aonde eu posto análises sobre jogos clássicos que eu zerei/estou jogando atualmente, então, claro que um clássico não vai ganhar uma nota menor que 8, senão não seria chamado de clássico, né ???? Sobre você preferir o Museum dos Games (nosso parceiro, abraço para a equipe MdG), o problema é seu, pois gosto é igual "cú" (desculpa o linguajar, mas, é necessário usar essa palavra), todo mundo tem, mas, só dá quem quer, pois você não é obrigado a ler o meu blog, se reclama tanto, cria um e faz melhor, e depois tenta ver se ele engrena (e se consegue deixar ele atualizado por quase 2 anos -não vale site sob re notícias de jogos, muito menos copiar textos dos outros). Se você fizer isso, e seu site ganhar bons comentários de pessoas diferentes, volta aqui, coloca o url do seu site, que eu terei o maior prazer de divulgar e ser parceiro dele. Estamos entendidos ???

Ps: Anônimo, eu fui grosso em algumas partes desse comentário, mas, não fique zangado, mudanças serão feitas no texto.

Abraços.

Elias Sobrinho disse...

Kkk boa Maxvel.
Jogo muito Wild Guns com meu irmão gostamos de jogar o modo versus ... ou pratice rsrsr.


Agora pouco estava me divertindo com wild guns(snes) e yu gi oh forbidden memories(psx) no meu android.

abraços e não ligue para as ofensas.

João Henrique disse...

É isso aí Maxwel!
Antes de criticar o blog tem que mostrar a cara e escrever melhor!


Abraços à todos leitores!

Alexandre Xaplin disse...

Não entendo como alguém tem coragem de chamar de monótono um blog com conteúdo rico como esse.

Concordo plenamente com o Maxwel na questão das notas, afinal, um game clássico tem que mostrar o seu valor e qualidades.

O blog muito bom e cheio de conteúdo, admiro pessoas que não deixam os clássicos morrerem!

Abraços!

winkan disse...

Sempre que posso do uma jogada em Wild Guns.

Maxwel Gamer tamb´m tenho um blog de games, caso se interesse por um parceria manda um e-mail para contato@balelagames.com.br ou acesse www.balelagames.com.br

Abraço.

Luiz Berenguel disse...

Gostei muito da análise do Wild Guns, confesso que sempre preferi "Sunset Riders". O que me chama atenção nesse game é a mistura do ambiente do velho oeste estadunidense com robôs, deu um ar meio de ficção-cientifica a história do jogo. Acredito que os criadores de jogos dessa época não tinham ideia do poder dos games em contar grandes histórias, percebo agora que os jogos do passado poderiam ter tido histórias bem mais complexas.
Depois de ler esse blog, senti vontade de jogar novamente Wild Guns, relembrar os tempos da infância.

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