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The Classics Games. Criado por Maxwel Gamer.. Tecnologia do Blogger.

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18 de ago de 2012
      (O CrossOver mais importante de todos)

Ps: Eu estou procurando autores de análises que querem participar do blog, os interessado entrem em contato comigo.

Obs: O nosso parceiro Noobz (abraço galera) fez um Noobzcast (o podcast do site deles) sobre esse jogo. Eu recomendo que vocês ouçam esse Noobzcast, que está muito divertido, informativo e controverso (ouçam a briga deles para falarem do que é CrossOver, pois é muito engraçada), além de contar com a participação do meu parceiro Sabat (Retroplayers), e depois venham ler essa análise (que também ficou gigante, como a de Tekken 3). Ouça o podcast clicando aqui.

Obs²: Algumas imagens foram cedidas pelo nosso parceiro Gagá Games.


   (Tela de versus... E artworks muito bonitas)

História: Durante suas viagens ao redor do mundo, Ryu cruza seus passos com o mutante Ciclope, membro dos X-Men, que mostra interesse nos poderes de Ryu. Quando o diabólico Apocalypse aparece, mais poderoso do que nunca, os “amigos” de Ryu se unem aos X-Men para combater a entidade maligna, alguns com o propósito de salvar o mundo, e já outros para cumprir suas próprias más intenções.


(Depois de vencer o Apocalypse, você tem um confronto 1X1 com o seu parceiro)

Gráficos: O jogo utiliza a poderosa CPS2 da Capcom, que como podemos ver em jogos como a série Street Fighter Alpha e Darkstalkers, pode fazer sprites de altíssima qualidade, e aqui, não é muito diferente. O jogo fez uma ótima mistura do estilo artístico de SFA com o Marvel Super Heroes, com personagens estilo desenho animado. Os cenários são um show a parte, com bastantes detalhes no fundo e alguns contam com mudanças radicais, como Raging Inferno (quando o 1º personagem é derrotado, a usina pega fogo), Apocalypse Now! (os personagens presos começam a cair) e Manhattan (que acontece o efeito Double Dragon, que você vai para outra parte do cenário, que no caso é o esgoto). Vale também destacar o boss do jogo: Apocalypse; um mutante gigantesco que ocupa quase a tela inteira (mesmo eu preferindo o Onslaught no Marvel vs. Capcom), além de ser muito apelão (nem tanto se você pegar a manha de ficar nas costas da mão dele).


     (Apocalypse: o gigantesco Boss do jogo)

Som: Como muitos já devem saber a Capcom não brinca em serviço quando o assunto é som dos seus jogos de luta, e aqui não é diferente, principalmente por usar o efeito Q Sound, que aumenta a qualidade do som. Toda a OST do jogo foi feita por duas compositoras chamadas Yuki Iwai e Yuko Kadota, que "só" fizeram junta as músicas de Megaman X e Aladdin (versão de SNES).A OST é tão marcante quanto a OST dos outros jogos citados, com temas memoráveis, como o do Gambit, Rogue, Wolverine, Magneto, Cammy (lembra muito as guitarra do Armored Warriors), Juggernaut, Ken (melhor versão do tema para algum jogo-excluindo os covers-), Zangief, Akuma e outros, com cada tema mostrando como o personagem é, indo desde temas agitados até os mais calmos. Os efeitos sonoros e vozes estão no mesmo nível, contando com o selinho Capcom de qualidade (mesmo sendo mercenária, a Capcom sabe fazer um jogo bom).


(Luta de garotas em um talk show, será que vai dá audiência ??)

Jogabilidade: A jogabilidade é uma evolução da fantástica jogabilidade do (também fantástico) Marvel Super Heroes (que merece uma análise nesse Especial), tendo uma jogabilidade mais frenética e divertida. O jogo possui o sistema de troca de personagens em tempo real (com o toque em 2 botões), o que deu uma nova dinâmica para o jogo, já que você precisa de paciência e estratégia para que a trocar de personagens seja feita no momento certo. O jogo também tem o super pulo (que é do mesmo jeito do super pulo do Black Belt), o que deu uma diferença se comparado com os outros jogos de luta do mercado, já que com isso se teve os combos aéreos no jogo. Os personagens possuem uma característica própria, sendo bem equilibrados e cada um possui uma estratégia de luta diferente (só jogo com o Ken), indo desde um personagem que explora os golpes mano-a-mano, até um que é expert em magia.




Nome do jogo: X-Men vs. Street Fighter
Plataforma: Arcade, Saturn, PS1
Gênero: Luta
Desenvolvedora: Capcom
Distribuidora: Capcom
Ano do Lançamento: 1996, 1997, 1998

Notas:

Gráficos: 10
Sons: 10
Jogabilidade: 10
Diversão: 10
NOTA FINAL: 10

Conclusão: X-Men vs. Street Fighter é um dos melhores CrossOvers de todos os tempos, além de ser o causador da bem sucedida série Marvel vs. Capcom. Mesmo eu preferendo um elenco mais amplo que um Marvel vs. Capcom poderia ter, esse jogo não peca nos personagens, com cada um tendo suas características próprias. Um clássico que merece ser jogado por todos.

Prós
Gráficos fantásticos
Som magnifico
Boa escolha de personagem
Causador de uma série de sucesso
Apocalypse bem feito
Mudança de cenários bem feita
O lombo das personagens femininas nunca esteve tão bonito
Boa quantidade de detalhes no personagem

Contra
Péssimas conversões para os consoles de 32 bits

Se você quiser de qualquer forma contribuir com o blog, ser um colaborador ou qualquer outra coisa sempre deixe um comentário. Comente sobre a análise e alguma história com a série/jogo (e dê muitos puxões de orelha se eu falei alguma besteira).

1 comentários:

Leandro" Leon Belmont" Alves the devil summoner disse...

é, as conversões desse game no PS1, são vergonhosas. mas a versão do Saturn é igualzinha a do Arcade, graças a memória RAM do console. pena que para emula-lo é um sacrifício.

já joguei muito esse game, no meu time tinha que ter a Tempestade, dava para fazer uma apelação danada com ela, acredite. era covardia, mas com o tempo, soube jogar melhor e deixei de usa-la. e eu prefiro ir com o pessoal da Marvel nos Crossovers.

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